Piramide invertida
Esclarecendo, ainda estamos no outono, as folhas caem e a temperatura faz looping todos os dias. Há três luvas, um gorro, dois casacos e o jornal de domingo em cima do sofá, just in case.
Indo às batatas, esta apenas uma advertência. Não se enganem com jornalistas. Ando a pensar sobre isso, mais do que deveria para ser bem sincero, andam sempre entre oito e oitenta. Os melhores a se criticar. Os piores, tecendo loas sobre suas aventuras inimagináveis.
Não raro esbarro em que se classifica entre os primeiros, ok, ok, ok. Não vamos insistir muito em nomes, porque estes sempre há em abundância. Aqui e ali, estão sempre a desafiar o bom senso com exemplos estapafúrdios. Consideram-se 80, mas na maioria das vezes nem valem o 8 que recebem.
Os melhores, até em mesa de bar, vivem a reclamar que estão no grupo dos 8. E merecem bem mais do que isso. Uns poucos silenciam, são bons, inteligentes, criativos. Minha nossa, se meu vício em elogiar os amigos não fosse controlável veriam uma lista enorme aqui.
Enquanto isso, eu mesmo? Bem, a vida anda complicada o suficiente para cair em auto-armadilhas. Deixemos o dito pelo não-dito.

2 Comments:
mesa de bar... faz tempo, buddy. imagino que estejas falando dos amigos da terra das oportunidades.
Vc lembra onde estava em 22 de fevereiro de 2002? sexta-feira...
Fritura
já cheguei à conclusao de que meus miolos estão fritando. acho que nunca trabalhei tanto na minha vida. ontem e hoje passei todo o horário comercial conversando com assessores de imprensa: aquelas criaturas que recebem mais do que eu, trabalham menos tempo do que eu, não precisam trabalhar no final de semana e são pagos para me ajudar e só atrapalham.
conversei com ela no telefone. perguntei tudo que já tinha perguntado. maldita memoria. não lembro como foi quando acordei hoje!
sabe quando vc liga tanto para tanta gente que disca o número, faz milhares de coisas, navega na web, anota isso e aquilo, escreve um parágrafo, olha o calendário e... a pessoa finalmente atende. daí não lembro nem mesmo para quem estou ligando.
acho que o telefone deve emitir algum tipo de radiação porque minha cabeça está dando booooots intermináveis.
Maria Cristina
olhem só. a maria cristina inventou de criticar o que escrevi no chinewski no blog dela, mas esqueceu que eu vou lá todo dia e me chamou de "um amigo". odiei isso. aliás, odeio essas idiossincrasias (não sei se é assim que se escreve e não vou procurar no aurélio)
aliás, nem sei se isso é uma idiossincrasia, mas odeio o fato de ela me preservar desse jeito. se o que eu escrevi está na web e todo mundo pode ver, melhor seria que ela colocasse os nomes meu e do site. vai que alguém visita o zine por causa disso.
por falar em zine, antes de entrar na discussão com a crista, saibam: 8 de março, bar bukowski, 20h. festa de um ano do chinewski e seis anos sem charles "hank" bukowski, o maior beberrão poeta da história. fica na paulino fernandes, esquina com a voluntários, em botafogo. ah! rio de janeiro, lógico.
DISCUSSÃO
eu disse que o francis fukuyama estava certo, que a história havia acabado. história como ciência, que no meu entender, serve para PREVER (pomo da discussão) os acontecimentos daqui a anos com base no que o homem já viveu, isso se dá porque, na minha cabeça, estamos sempre nos repetindo. a repetição acontece.. chega, né?
pois bem. a maria cristina sacou de alguns livros de história e detonou meu raciocínio. crista, minha querida, não se meta nos meus devaneios!!! se eu não disser o que passa pela minha cabeça, terei que me conformar em reproduzir conceitos de livros e dicionários (como ela fez, hahahaha)
queria mesmo continuar o assunto, mas é coisa de conversa de bêbado.
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